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Um pesquisador de segurança em redes de computadores, da comunidade DEF CON, revelou que está trabalhando em um aplicativo para Android que pode simplificar muito o trabalho de procurar por brechas na segurança de redes sem fio. O novo app se chama “Android Network Toolkit” e estará no Android Market em breve.

A empresa responsável pelo desenvolvimento do aplicativo é a israelense “Zimperium”, especializada em segurança. O app tem uma série de ferramentas que vão ajudar os hackers a encontrarem uma rede wireless que esteja com as “portas abertas” e um computador dessa rede que tenha algum tipo de vulnerabilidade exposta.

Uma vez que um servidor-alvo é encontrado, o usuário pode executar ataques como MITM (Man-in-the-Middle) usando as brechas já conhecidas em softwares desatualizados. Segundo a empresa, o objetivo desse projeto é ajudar administradores de infraestrutura a encontrar e sanar problemas de segurança em suas redes.

Antes de baixar e usar o” Android Network Toolkit”, os usuários terão de ler e aceitar os termos de uso, concordando que não vão utilizar essa ferramenta para fins maliciosos.

http://www.tecmundo.com.br

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fonte: trollandonaweb.blogspot.com

Monitoramento da bola

A FIFA ainda resiste à opção, mas a tecnologia aplicada ao esporte continua evoluindo. Já é possível rastrear eletronicamente não apenas a bola de futebol mas também cada uma das pernas dos jogadores. Um laboratório em Nuremberg, na Alemanha, desenvolveu um pequeno transmissor de rádio, que colocado dentro da bola, envia sinais que permitem seu rastreamento durante o jogo.

Monitoramento dos jogadores

O pequeno transmissor também pode ser colocado em cada jogador para fornecer um retrato mais exato de como foi o desempenho de cada um. No estádio de Nuremberg, jogadores já começaram a usar os transmissores nas meias, colocando um em cada caneleira, para que o movimento de cada perna seja analisado. Outros transmissores podem ser espalhados pelo corpo do jogador, para monitorar todos os seus movimentos. Norbert Franke, do Instituto de Pesquisa Fraunhofer, em Nuremberg, afirmou que, ao usar estes transmissores, é possível fazer projeções precisas dos movimentos da bola e dos jogadores. É possível acompanhar na tela como os jogadores se movimentam e tudo é registrado em um computador.

Fonte:  inovacaotecnologica.com.br

As etiquetas RFID podem ser equipadas com sensores, compondo um conjunto que coleta as informações – como a temperatura, a umidade, a presença de fumaça etc. – e as transmite para um leitor. Imagem: 3M.

Tecnologias de monitoramento sem fio – com usos que vão desde aplicações voltadas para a saúde e a segurança até os mais óbvios controles de temperatura e umidade do ambiente – podem ser implementadas de forma simples e eficiente usando os dutos de ar-condicionado e ventilação dos edifícios.

A descoberta deverá proporcionar economia de recursos e de tempo para os construtores e para os gestores dos edifícios, já que a tecnologia pode ser implementada em edifícios novos ou já construídos, sem a necessidade de instalação de redes físicas para os sensores.

Sensores RFID

A base da técnica agora desenvolvida são as etiquetas RFID, minúsculos transmissores/receptores de rádio que operam sem baterias, alimentados pela energia transmitida pela antena dos leitores.

As etiquetas RFID podem ser equipadas com sensores, compondo um conjunto que coleta as informações – como a temperatura, a umidade, a presença de fumaça etc. – e as transmite para um leitor.

Os sistemas RFID utilizam leitores centralizados para coletar os dados de um grande número de etiquetas que estejam ao seu alcance. O leitor eletrônico transmite uma onda de rádio com uma frequência específica. Quando uma etiqueta RFID programada para aquela frequência detecta a transmissão, ela absorve energia dessa transmissão, ativa seus circuitos, transmite os dados que coletou e desliga-se novamente, aguardando o próximo chamado do leitor.

Quando instaladas em espaços abertos, as etiquetas RFID de alta frequência (UHF) normalmente precisam estar a uma distância de 5 a 10 metros do leitor, a fim de receberem energia suficiente para responder a uma transmissão.

No entanto, os pesquisadores da Universidade do Estado da Carolina do Norte, nos Estados Unidos, descobriram que se as etiquetas forem instaladas dentro dos dutos de ar-condicionado, elas cobrem facilmente a área típica de um andar de um edifício comercial – um leitor instalado centralmente pode receber dados de etiquetas localizadas a mais de 30 metros em qualquer direção.

Dutos para ondas de rádio

Os dutos de ar-condicionado e ventilação são excelentes canais para as transmissões de rádio porque consistem tipicamente de tubos metálicos ocos. Esses funcionam como guias para as ondas de rádio, evitando sua dispersão e ajudando a manter um sinal forte a uma distância maior.

Além do monitoramento do ambiente dos edifícios, a tecnologia pode ter aplicações importantes para a saúde e para o monitoramento de segurança. “Ela pode funcionar com qualquer coisa para a qual você crie um sensor eletrônico,” diz o Dr. Dan Stancil, coautor do trabalho.

A pesquisa está avaliando o funcionamento dos sensores RFID em detectores de fumaça, monitores de monóxido de carbono e sensores que podem detectar substâncias químicas, biológicas e radiológicas.

Retrofitting

“Como você pode instalar [a tecnologia] em infraestruturas já existentes, acho que ela é economicamente viável imediatamente,” diz Stancil. “Evitar o trabalho envolvido com a instalação dos sensores tradicionais e com a fiação que eles exigem vai mais do que compensar o custo das etiquetas RFID e dos leitores.”

A possibilidade de retrofitting – atualização tecnológica – dos edifícios já construídos deverá transformar a técnica em uma ferramenta importante no arsenal disponível para a criação de edifícios inteligentes – incluindo principalmente a atualização dos edifícios que nasceram burros.

Fonte: inovacaotecnologica.com.br

 

Equipamento pode ser utilizado comercialmente para captar reações mentais dos consumidores ao visualizar um produto.

A empresa NeuroFocus revelou nesta semana o lançamento da primeira máquina capaz de capturar as ondas da atividade cerebral e enviar os dados via wireless para um computador central. Chamada Mynd, a máquina está em exibição em um evento da Advertising Research Foundation, nos Estados Unidos.
O produto combina a tecnologia médica de eletroencefalograma com mobilidade e apresenta como resultado avaliações neurológicas do cérebro do usuário durante seu contato com produtos e imagens específicas. Segundo os desenvolvedores, o equipamento pode ser utilizado para identificar o comportamento do consumidor.
“Enquanto desenvolvíamos o Mynd, nossa proposta era a de levar a precisão das avaliações médicas para empresas de estudo mercado, gerando a elas a possibilidade de entendimento de como os clientes percebem as suas marcas”, explica A. K. Pradeep, CEO da NeuroFocus.
Para que o Mynd pudesse apresentar mobilidade sem sacrificar os aspectos técnicos da avaliação médica, toda a tecnologia precisou ser concentrada em uma espécie de capacete, responsável por captar as ondas cerebrais e enviá-las, via wireless, para um computador central.
Ainda não há previsão de lançamento comercial do produto e, ao menos por enquanto, apenas demonstrações de suas potencialidades estão sendo feitas junto a possíveis compradores.

fonte: http://www.tecmundo.com.br/