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Um pequeno robô japonês imita os moimentos de um bebê e aprende, com ajuda de algoritmos, a engatinhar.
Batizado de Pneuborn-7II ele possui o tamanho de uma criança de 7 meses, com 80 cm de comprimento e pesando 5,4kg.

Ele foi desenvolvido pela Universidade de Osaka, no Japão, para estudara relação entre desenvolvimento motor e movimento corporal e personificação. O pequeno possui 19 músculos pneumáticos (daí seu nome) e uma espinha com atuadores que permitem rotação, flexibilidade e extensão.

Os músculos contraem 25% com ar comprimido e as baterias garantem autonomia ao robô. Com um algoritmo especial, o bebê desenvolveu aprendizado e começou a engatinhar.

O projeto foi apresentado ontem na abertura da International Conference in Robotics and Automation (ICRA 2011), na China.

Além do Pneuborn- 7II, a universidade também mostrou a versão mais velha do bebê: o Pneuborn-13, o modelo de uma criança de 13 meses. Ele foi criado para estudar os efeitos da estrutura muscular e esquelética no andar bípede. Seus 18 músculos pneumáticos estão concentrados nos tornozelos, joelhos e quadris. Ele mede 75cm e pesa 3,9kg pois não possui a espinha com atuadores. O protótipo fica de pé e arrisca alguns passos.

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O Luna tem como sistema operacional uma distribuição Linux, conectividade Wi-Fi e entradas USB para expansão e adição de novas ferramentas. As primeiras 25 unidades do robô chegam ao mercado em algumas semanas, mas pelo preço de US$ 3 mil. Quem quiser adquiri-lo pelo preço normal terá que esperar o último trimestre do ano.

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O Hom-Bot, da LG, é um robozinho que ajuda (e muito) na faxina da casa. É equipado com duas câmeras e 12 sensores que vasculham os cômodos em busca de sujeira. O aspirador, que também pode ser guiado por controle remoto, tem 10 watts de potência (segundo a fabricante) e suga migalhas, poeira, pelos e cabelos com eficiência. Funciona bem em pisos lisos, mas tapetes e carpetes altos podem ser um problema. Quando enrosca em alguma coisa, uma voz feminina pede ajuda para soltá-lo. Com apenas nove centímetros de altura, corre embaixo de mesas e armários, mas não limpa os cantos de parede. Quando ligado, emite um ruído de 68 decibéis, que não incomoda os vizinhos, mas atrapalha quem assiste à televisão ou fala ao telefone. Tem apenas três botões: um para iniciar o modo limpeza, outro para mandá-lo para o carregador e mais um para programar limpezas. Ao acabar o trabalho, o Hom-Bot avisa o dono e procura a base de recarga sozinho. Mas é preciso preparar o bolso: seu preço é de 2.999 reais.

O visual deste servente robótico é, no mínimo, peculiar. Em forma de disco, ele possui altura de nove centímetros e diâmetro de 36 cm, o suficiente para deixar seu cachorro em pânico na primeira ativação. Sua cor, vermelha puxada para o vinho, agradou no INFOlab. Na parte de cima, se situam um anel prateado e a lente da câmera, vizinha do visor LCD; estes últimos são envoltos por um console preto e retangular. Os supracitados botões são sensíveis ao toque. As laterais desta feiticeira dos dias de hoje são pretas e levam orifícios discretos.

Na parte debaixo está o que mais interessa no Hom-Bot. Suas duas hélices são compostas por quatro “pás”, cujas cerdas são flexíveis. No centro do seu inferior, reside o sistema de sucção, que leva a poeira e detritos para um reservatório. Por sua vez, este reservatório tem um filtro e, para ser esvaziado, é necessário abri-lo pela porção superior do gadget. Na bateria de testes que fizemos, o compartimento de sujeira levou cerca de quatro cargas de bateria até ficar cheio – claro que o laboratório não é muito sujo, então esse resultado variará conforme sua destreza na tarefa de comer pipoca.

A profundidade da limpeza proporcionada pelo Hom-Bot é mediana. Nas partes em que alcança, consegue apanhar toda a sujeira seca que encontra, contanto que não sejam objetos muito grandes – você não quer derrubar um bife e esperar que o robô dê um sumiço nele. Os sensores infravermelhos de que dispõe o bichinho o permitem navegar bastante próximo às paredes. Os maiores problemas para o faxineiro da LG são protuberâncias ou depressões bruscas e os cantos dos cômodos (consequentemente, qualquer convergência de superfícies verticais formando um ângulo igual ou menor que noventa graus, como um sofá ou armário – ufa).

Outra limitação desta versão da Rosie é água. Sua sucção não é forte ou preparada o suficiente para secar uma superfície – e nem mesmo amenizar o quão úmida ela está.

Entre os modos de funcionamento disponíveis, estão o zigue-zague, a espiral (para asseio de um local determinado), e o chamado “cell by cell”, quando o Hom-Bot divide os cômodos em quadrados imaginários com três metros de lado e pauta sua tarefa dessa maneira. Além destes, é possível operar manualmente o robozinho, através do controle remoto.

Não é nada difícil operar este robô. Na verdade, dá para ordenar que se comece a limpeza com apenas um toque em botão, já que o Hom-Bot, quando está no fim da bateria, volta para a base sozinho. Também dá para agendar limpezas para um horário em que o amo estiver trabalhando, a fim de evitar tropeços e poupar os ouvidos dos 68 decibéis que medimos emitir a máquina. Nos nossos testes, este faxineiro do futuro levou uma hora e 18 minutos (1h18min) para reclamar da falta de energia e se encaminhar ao ponto de origem.

O peso de 3,35 kg do gadget não o único ponto negativo de se levantar o Hom-Bot – ele também para de funcionar assim que suas rodas deixam de tocar o solo. Durante seus passeios pela casa ou apartamento, o robô evita quedas de degraus, por exemplo, com competência. Sempre que ele encontra uma situação irreversível por conta própria, como protuberâncias com um centímetro ou mais de altura, uma voz pede para acudir.

Para quem está com três barões sobrando (mas sobrando de verdade!), definitivamente o Hom-Bot é uma compra útil. Ele minimiza o esforço ora do dono da casa, ora dos profissionais de limpeza que nela trabalham, com limitações, é verdade, mas muita conveniência. Lá fora, o negócio de robôs-doméstica não é coisa do futuro e, inclusive, a marca iRobot já tem tradição no setor. Segundo a assessoria de imprensa da LG, o produto estará disponível na próxima segunda-feira, dia 2 de maio.

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Fonte:http://info.abril.com.br

Quem se interessa por boxe ganhou um novo desafiante. O Punching Pro é um robô pugilista que aguenta porrada e vai ser bastante útil para treinar e aprimorar seus golpes. A máquina é um dorso acoplado a uma espécie de pedestal de madeira e não apanha sem revidar, pois também desfere socos em seu “oponente”.

Segundo o site oficial do robô, este é um aparato de sparring (indivíduo que treina com um lutador de boxe) automático e “cheio de diversão”. Seu principal foco é aguentar as pancadas, ajudando o esportista a elaborar melhor seus golpes e estratégias de luta. A ideia é muito boa e as imagens do Punching Pro em ação mostram que ele é bastante flexível e resistente.

Assista a um vídeo do embate entre um homem e seu sparring-robô:

Fonte: http://www.tecmundo.com.br/

Fotos de Animais Robotizados

Publicado: 12/04/2011 por Eluan em Geral
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Animais robotizados a partir do do PhotoShop

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Fonte: http://pilandia.com.br

Sem qualquer sombra de dúvida, os robôs habitam o imaginário coletivo humano há tempos. E como não poderia deixar de ser, eles não são concebidos apenas em formatos humanóides. A exemplo da coruja do filme Blade Runner, muitas empresas também começaram a moldar suas criações a partir de inspirações diversas, sejam elas animais ou não, resultando em robôs exóticos e muitas vezes assutadores. É o caso da Kondo, uma empresa japonesa especializada em criar diversos tipos de robôs. Desta vez, a marca desenvolveu uma aranha-robô repleta de atrativos.

Prestes a chegar ao mercado em maio, a KMR-M6 é uma aranha robótica voltada às áreas de educação, pesquisa e entretenimento, e que conta como grande trunfo: baixo custo. Essa minimização de gastos é possível graças a otimizações, como a utilização de apenas dois servos (um tipo de conector) em cada perna do animal, num total de doze deles, o que, além de economia, também garante melhor performance de movimentos e tração. Em breve, kits com pernas avulsas estarão à venda, possibilitando ao usuário montar sua aranha-robô conforme suas especificações. Pode-se também prender acessórios extras à aranha, por meio dos conectores do tipo servo, deixando-a mais customizada ainda.

Além disso, o equivalente ao que seria a sua “placa mãe” é fabricado em alumínio, o que possibilita customização do robô pelo usuário e também barateia em muito seu preço final. Em termos de movimentos, eles são viabilizados através de software específico e um controlador da própria Kondo, o RCB-4HV, podendo-se adicionar um KCB-1 como controlador acessório. Protegidos em um compartimento estão a bateria NiMH de 10.8V 800mAh, a porção eletrônica do(s) controlador(es), seu interruptor de força e demais conectores.

Com preço de lançamento de ¥76,000, o equivalente a $880, o KMR-M6 da Kondo é um robô de baixo custo, em comparação a seus demais colegas de mercado, e aparenta ser útil em inúmeras aplicações. E se você é fã de aranhas mas não tem espaço em casa para um terrário para elas, o KMR-M6 também pode funcionar como um competente animal de estimação eletrônico.

 Não deixe de conferir no vídeo abaixo do que este simpático robô é capaz.

Fonte: engadget.com