Posts com Tag ‘energia’

Pesquisadores canadenses anunciaram esta semana que pretendem desenvolver um sistema que converte fezes humanas em energia com financiamento da fundação Bill & Melinda Gates.

No que poderia ser chamado de privada ecológica, os dejetos também virariam substâncias úteis à agricultura, por exemplo.

Os engenheiros químicos da Universidade de Calgary foram um dos 85 grupos que receberam a quantia de US$100 mil oferecida pela 6ª rodada do Grand Challenges Explorations, iniciativa patrocinada pela fundação de Bill Gates.

Com o dinheiro, os Drs Ian Gates e Michael Kallos irão desenvolver a máquina que chamam de “Microdigestor anaeróbio com Calor Termoelétrico micro combinado a geração de Energia para Converter Dejetos humanos em Eletricidade, Calor, Metano, Fertilizante e Água”.

A ideia é criar pequenas unidades residenciais, como privadas, que contenham embutidas câmaras de reação nas quais os processos químicos possam ser realizados. Bactérias e reagentes transformariam o material fecal e a urina em substâncias úteis para a agricultura e geração de energia – como o gás metano, que poderia ser queimado. A água sairia como bioproduto dessas reações.

Segundo os autores do projeto, o desafio está em combinar tecnologias já existentes de uma nova maneira para transformar algo que é normalmente um problema de saúde e sanitário em algo de valor para a comunidade.

O projeto ganhou a bolsa por se encaixar em uma das cinco áreas propostas pelo GCE: erradicação da poliomelite, HIV, saneamento básico, tecnologias de saúde familiar, e saúde mobile.

A Grand Challenges Explorations apóia cientistas e pesquisadores do mundo todo. Uma nova rodada começará em 19 de maio. Aqueles projetos financiados e bem sucedidos podem receber US$1 milhão em uma bolsa adicional.

Fonte:http://info.abril.com.br

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Este garoto, na época com 15 anos, vivia em uma das cidade mais pobres do mundo, em Malawi, na África. Com algumas peças velhas, inclusive uma bicicleta, ele conseguiu construir um sistema de energia eólica fantástico, conseguindo gerar energia para a sua residência. Veja as fotos:


















Agora reclame das suas mordomias, é muito difícil apertar um botão e ter luz, né? O garoto é foda, um exemplo.

Dica do Stanley.

FontE: uhull.com.br


Ainda mais lotadas que atualmente. . “Vai ser um mundo mais quente, ainda muito poluído e com grandes bolsões de miséria”, afirma Joel Garreau, pesquisador da Universidade George Mason e autor de Edge City: Life on the New Frontier

Especialistas da ONU acreditam que a população do planeta pulará de 7 bilhões para 9,1 bilhões. Desse total, 70% viverá nos centros urbanos. Metrópoles como Nova York, Tóquio e São Paulo devem dobrar de população – a capital paulista deverá chegar a 40 milhões de moradores. Para dar conta de tanta gente, surgirão mega-arranha-céus e teremos que ocupar o subsolo e o ar. Estradas inteligentes tentarão resolver o caos do trânsito

ULTRALÓPOLIS
Conheça as principais mudanças previstas por especialistas e pesquisadores:

Arranha-espaço
Para uma superpopulação, superprédios. Além de apartamentos de vários tamanhos para abrigar centenas de milhares de pessoas, eles terão comércio, hospital, escolas, lazer e até fazendas. “Serão megacondomínios de 800 metros de altura, capazes de gerar energia e alimentos e reciclar água e lixo”, diz Bernard Hunt, do Instituto Real de Arquitetos Britânicos. “Muita gente passará meses sem sair deles.”

Vida no ar
Já rola em Hong Kong e vai se tornar padrão: grandes passarelas vão ligar os principais edifícios, compensando a falta de espaço. Haverá também pistas para automóveis e ônibus (mais raros do que hoje), trens, metrôs… e zepellins. “O transporte por dirigíveis só não se popularizou ainda por causa de acidentes que chocaram o público no começo do século 20”, diz Joel Garreau

Ladrões aposentados
Boa notícia: você viverá mais. Hoje, 8% da população está acima dos 65 anos; em 2111, serão 24%. Notícia melhor ainda: isso deve diminuir a criminalidade, já que os jovens são os principais causadores (e vítimas) da violência. Mas ainda haverá bairros barra-pesada, principalmente nas megalópoles dos países pobres. A polícia vai agir na terra e no ar, contando com câmeras em todo lugar e robôs-vigias

Estradas inteligentes
O trânsito estará ainda mais caótico, com grandes engarrafamentos, pedágios urbanos e estacionamentos caríssimos. Boa velocidade, só nas vias superinteligentes entre as cidades. Segundo Robert Strattan, pesquisador da Universidade de Tulsa, nelas os veículos andarão a até 400km/h, a poucos centímetros uns dos outros, rastreados por radares e controlados pelo computador de bordo

Vida sob a terra
Ninguém vai querer morar debaixo do solo, mas não vai dar para descartar esse espaço útil. Teremos shoppings conectados a estações de metrô, ciclovias e pistas de caminhadas em até dez andares de profundidade. Em pontos cruciais, elevadores irão direto do subsolo até o topo dos arranha-céus. Os japoneses já têm um projeto do gênero, a cidade subterrânea de Marinepolis

Quintal é luxo
Os condomínios fechados ainda serão a melhor opção para os endinheirados. Segundo Bernard Hunt, “eles abrigarão, em média 500 mil pessoas, e mesmo assim preservarão todas as características dos atuais condomínios de alto padrão” – ou seja, isolamento, segurança e algum contato com a natureza. Como a maioria das pessoas trabalhará de casa, a distância dos grandes centros não será problema

Chaminé forever
Cidades terão parques, carros não usarão mais petróleo e lares receberão energia renovável. Mesmo assim, ainda teremos uma nuvenzinha preta da poluição sobre nossas cabeças. “Ainda precisaremos de indústrias e os principais países desenvolvidos não conseguirão se livrar totalmente da dependência de carvão”, prevê Garreau. Pelo menos, as fábricas ficarão em áreas mais isoladas

• As migrações se tornarão mais intensas. Resultado: gente de todas as raças e origens farão parte do seu dia a dia
• Nada de carros voadores: o futuro está mais para Minority Report do que para De Volta para o Futuro
• Um projeto de bairro ecológico e 100% conectado à web deve ser inaugurado em 2015 na Índia
• O futuro já começou! Tóquio já tem três projetos de megaprédios para 1 milhão de pessoas

Fonte: http://planetasustentavel.abril.com.br


Fonte: youtube.com


A Hora do Planeta, conhecida globalmente como Earth Hour, é um ato simbólico no qual todos são convidados a mostrar sua preocupação com o aquecimento global. É uma iniciativa global da Rede WWF para enfrentar as mudanças climáticas.
Durante a Hora do Planeta, pessoas, empresas, comunidades e governo são convidados a apagar suas luzes pelo período de uma hora para mostrar seu apoio ao combate ao aquecimento global.
Em 2010, a Hora do Planeta foi um sucesso absoluto, com recordes estabelecidos no mundo e no Brasil. Globalmente, 105 nações, 4.211 cidades e 56 capitais nacionais aderiram. Já no Brasil, mais de três mil empresas, 579 organizações, três governos e 98 prefeituras participaram do movimento simbólico de alerta contra o aquecimento global e em favor da conservação de ecossistemas terrestres e aquáticos.

Visite: http://www.horadoplaneta.org.br/

Fonte:http://www.bacanaus.com

Por garantirem o estilo de vida contemporâneo sem agravar a poluição e o aquecimento global, as energias alternativas despertam cada vez mais interesse. Ambientalmente responsável, o uso de fontes “limpas” de energia ainda permite economizar com a conta de luz todo mês, o que as torna ainda mais desejáveis.
A energia eólica, proveniente dos ventos, é uma das principais soluções para a obtenção de uma energia limpa, criada sem detritos ou consequências negativas para nosso meio ambiente. A vista das vastas “fazendas”, formadas por inúmeros geradores eólicos, parecidos com gigantes moinhos de vento, já é familiar em algumas partes do país, como no nordeste onde realizam a captação pública de energia.
Mas é possível ter geradores de menor porte, para abastecer apenas uma família? Geradores eólicos residenciais ainda são pouco utilizados no país, mas há muitos que apostam que essa solução ganhará muita força nesta nova década.
Há poucos pontos contra os geradores eólicos residenciais. O primeiro deles seria o ruído que as pás podem causar, incomodando o proprietário e vizinhos. No entanto a verdade é que os geradores contemporâneos trabalham com a aerodinâmica de tal forma que o ruído foi muito diminuído, tornando essa questão realmente secundária.
Outro problema é a rotação das pás atrair passarinhos e morcegos, causando dano ambiental. Estudos demonstram, no entanto, que o uso de cores mais fortes nas pás contrabalança esse problema.

Como funciona um gerador eólico?

Um gerador eólico é uma maquina formada basicamente pela união de três partes: o rotor, o gerador e a torre.
O rotor é composto pela união das pás, o eixo e demais engrenagens que em conjunto transmitem a energia do vento para o gerador. Essa “captação” ocorre pelo movimento de rotação das pás. Naturalmente, o desenho aerodinâmico e a quantidade de pás variam muito e são fundamentais para o bom desempenho do sistema.
O gerador é um equipamento que converte a energia mecânica em elétrica. Essa energia pode ser utilizada para substituir a energia proveniente da rede (como em um caso residencial) ou carregar baterias, ativar bombas de água e outros equipamentos.
A torre é a sustentação dos equipamentos descritos acima. Sua altura tem a ver com a arquitetura do sistema como um todo. Quanto mais alto, maior a tendência de vento. A altura está relacionada também com as dimensões das pás, da capacidade do gerador e assim por diante. A torre é a estruturação de todo o conjunto e, portanto, é muito importante para prevenir possíveis acidentes e manter tudo funcionando corretamente. Seu cálculo estrutural não depende apenas da altura, mas sim da força horizontal dos ventos, e das vibrações que as pás podem causar.

Como instalar um gerador eólico em minha residência?

Existe até quem consiga montar um gerador eólico doméstico a partir de manuais do tipo faça-você-mesmo disponíveis na internet. Entretanto, se você está de fato comprometido com a instalação de um sistema de energia alternativa em sua residência, sugerimos fortemente que procure uma empresa especializada no assunto, que vai ajudá-lo a verificar desde qual é o gerador mais adequado a seu caso até a primeira conta de luz.
Em termos gerais, o primeiro passo é uma avaliação da quantidade de vento existente na região onde fica sua casa. As regiões brasileiras litorâneas, em especial no norte e nordeste, por exemplo, possuem um excelente potencial de ventos.
Após a constatação de que há vento suficiente em sua região, a topografia deve ser considerada: no caso de zonas urbanas, os prédios e o relevo urbano podem ser inconvenientes para a captação da energia eólica. Esse fator deve ser sempre levado em conta. No caso de prédios, entretanto, um gerador eólico localizado na cobertura pode alimentar diversos apartamentos.
Uma vez que essas premissas básicas estejam cumpridas, o interessado deve verificar qual modelo de gerador seria mais adequado para sua residência, em função das dimensões, disponibilidade de ventos e desembolso de investimento desejado. Caso o seu gerador não seja capaz de suprir toda sua energia, mas apenas parte dela, consulte seu projetista de elétrica para verificar quais circuitos seriam alimentados pelo gerador eólico.
No caso da falta de vento, a energia da rede entra em ação e supre a demanda -portanto não entenda o gerador eólico como um total desligamento da rede pública, mas sim uma diminuição no consumo do sistema convencional.
Faça pesquisa com diversas empresas e procure o modelo mais adequado para sua construção e seu modo de vida. Quanto mais pessoas começarem a comprar e instalar esse tipo de equipamento, maior a concorrência entre empresas e assim o preço do sistema tende a baixar. A natureza agradece!

Fonte: http://casaeimoveis.uol.com.br