Engenharia Elétrica

O Bacharel em Engenharia Elétrica ou Engenheiro Eletricista atua, de forma generalista, no desenvolvimento e integração de sistemas de geração, transmissão e distribuição de energia elétrica. Em sua atividade, otimiza, projeta, instala, mantém e opera sistemas, instalações, equipamentos e dispositivos eletroeletrônicos. Projeta sistemas de medição e de instrumentação eletroeletrônica, de acionamentos de máquinas; sistemas de iluminação, de proteção contra descargas atmosféricas e de aterramento. Especifica máquinas, equipamentos, materiais, componentes e dispositivos eletromecânicos e eletromagnéticos. Elabora projetos e estudos de eficiência energética e de fontes de energia renovável. Coordena e supervisiona equipes de trabalho; realiza pesquisa científica e tecnológica e estudos de viabilidade técnico-econômica; executa e fiscaliza obras e serviços técnicos; efetua vistorias, perícias e avaliações, emitindo laudos e pareceres. Em sua atuação, considera a ética, a segurança e os impactos sócio-ambientais. 
Fonte: https://www.instagram.com/p/BpriRatDyXS/

Ceará ganha primeira usina comercial de energia solar do Brasil


A primeira usina solar comercial do Brasil está em fase de teste desde 30 de junho e deve ser inaugurada nesta quinta-feira (4) em Tauá, a 344 km de Fortaleza. Segundo informações do grupo proprietário da usina, o EBX, a MPX Tauá tem capacidade inicial de gerar 1 megawatt, suficiente para abastecer 1,5 mil famílias.

O município, no Sertão Central do Ceará, foi escolhido por causa da forte incidência solar ao longo do ano. A cidade também forneceu metade dos operários que fizeram a montagem da usina. Ainda segundo a empresa, a usina deve gerar 9 mil empregos diretos.

O grupo, do empresário Eike Batista, pretende aumentar a capacidade para chegar a produzir 5 megawatt. O EBX tem autorização da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e licença da Superintendência Estadual do Meio Ambiente (Semace) para fazer a expansão.

Atualmente a MPX Tauá tem uma área de 12 mil metros quadrados e 4.680 painéis fotovoltaicos, fabricados pela empresa japonesa Kyocera. Os painéis absorvem a luz do sol e a transformam em energia elétrica. A usina solar é ligada ao Sistema Interligado Nacional por meio de uma subestação da empresa distribuidora de energia do Ceará, a Coelce.

O investimento custou R$ 10 milhões e contou com aporte de US$ 700 mil do Banco Internacional de Desenvolvimento (BID). O Governo do Estado do Ceará incentivou o empreendimento com a criação do Fundo de Incentivo à Energia Solar (Fies). O Fies garante a compensação tarifária entre a energia elétrica solar e a energia elétrica convencional.

A MPX Tauá também fez parceria com Universidade Estadual do Ceará (Uece), cujos alunos receberão informações meteorológicas da usina para análise e monitoramento das informações.

g1.globo.com

Garoto africano gera energia elétrica com bugigangas


Este garoto, na época com 15 anos, vivia em uma das cidade mais pobres do mundo, em Malawi, na África. Com algumas peças velhas, inclusive uma bicicleta, ele conseguiu construir um sistema de energia eólica fantástico, conseguindo gerar energia para a sua residência. Veja as fotos:


















Agora reclame das suas mordomias, é muito difícil apertar um botão e ter luz, né? O garoto é foda, um exemplo.

Dica do Stanley.

FontE: uhull.com.br

Novo método de combate a incêndios promete mais eficiência e garantia de segurança

Pesquisadores da Universidade de Harvard (Estados Unidos) estão buscando uma nova alternativa para ajudar os bombeiros no combate a incêndios: “canhões” de descargas elétricas. Hoje já existem avanços nos estudos e, ao que tudo indica, em breve será possível aplicar a nova tecnologia a situações reais.

Pode parecer uma grande loucura, mas, de acordo com os responsáveis pelo projeto, esses canhões elétricos podem ser muito eficientes. As chamas dos incêndios, apesar de desordenadas, são estáveis. Com descargas elétricas de alta potência, as partículas de carbono das chamas são atingidos com tamanho choque de instabilidade que acabam sofrendo colapso.

Até agora, as promessas não giram em torno do combate a grandes incêndios, mas sim para determinadas situações relacionadas a eles. Com os canhões seria possível ultrapassar obstáculos bastante penosos, como portas em chamas ou até mesmo pequenos túneis tomados pelo fogo, sendo extramamente importante em situações de resgate.

Caso o sistema seja utilizado pelo corpo de bombeiros, será a primeira vez em muito anos que uma nova tecnologia será aplicada a esse tipo de atividade. Ainda hoje são utilizados os antigos sistemas de combate a chamas: água e pó químico, em caso de ambientes com dispositivos elétricos.

Fonte: tecmundo.com.br