Posts com Tag ‘Brasil’

Pessoas ligadas a Kim Dotcom fizeram cópia de todo conteúdo do site. Empresa brasileira deve garantir o pleno funcionamento da página e downloads mais rápidos.

asds

Toda a polêmica em torno da ilegalidade do Megaupload vai acabar em pizza. O site de compartilhamento deve voltar a funcionar amanhã com um domínio semelhante ao antigo, mas com novas políticas para evitar problemas judiciais. A screenshot acima revela o visual da página.
Segundo relato dos cofundadores do site, todo o conteúdo do Megaupload tinha uma cópia oculta em um servidor alternativo. A ideia da nova página é oferecer esses arquivos sem o sistema de contas premium, evitando alegações quanto ao lucro com material de terceiros.O funcionamento dos servidores e o pagamento da manutenção da página devem ser garantidos por publicidade. Um fato curioso é que os responsáveis pelo novo Megaupload afirmaram que vão hospedar a página no Brasil.

asds

Não há informações que definam o porquê dessa decisão, tampouco existem detalhes sobre a empresa que armazenará os 25 petabytes de arquivos. A mudança de servidor deve garantir uma melhora significativa na velocidade das transferências. Para a alegria de todos, o Megaupload volta ao ar amanhã!

Para nossa Alegriaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!!
[Pegadinha 1 de Abril]

http://www.tecmundo.com.br

afa

Um satélite alemão de 2,69 toneladas vai cair na Terra neste final de semana. Cientistas não sabem bem onde, mas o Brasil é um dos “candidatos”. “Todas as regiões entre as latitudes 53 Norte e 53 Sul podem ser afetadas”, diz Andreas Schuetz, do Centro Aeroespacial Alemão. O “alvo” inclui a maioria dos países, inclusive o nosso.
O satélite ROSAT foi lançado em 1990 e desativado em 1999, com a função de pesquisar buracos negros e estrelas de nêutron. É do tamanho de uma mini-van. Quando entrar em órbita, entre sexta-feira e segunda-feira, terá algumas partes queimadas, mas 30 fragmentos pesando no total 1,87 tonelada podem se chocar com a Terra.

estadao.com.br

MyFunCIty é a primeira rede social privada de interesse público do Brasil. Com ela é possível, de forma divertida, estabelecer um canal direto com quem pensa, discute e formula políticas públicas da cidade.

MyFunCity mede em tempo real as condições da região em que o usuário se encontra, e disponibiliza os dados com a mesma rapidez. Basta criar um login e começar a opinar sobre os doze principais aspectos que regem a qualidade de vida e o bem estar social nas cidades (onde a pessoa se encontra), fazer comentários e registrar fotos.

É possível verificar quem avaliou quesitos na mesma região, a média local, fazer amigos e positivar comentário de outras pessoas.

Dados pessoais são mantidos em total privacidade. Dados de avaliação serão abertos, utilizados também por organizações que pensam e discutem as políticas públicas da cidade.

MyFunCIty está disponível com integração total ao Facebook ou em dispositivos móveis como IPhone, Ipod e Ipad, gratuitamente na App Store.

http://www.myfuncity.org/principal

O Brasil tem a Universidade de São Paulo (USP) no topo das melhores universidades da América Latina e ainda conta com 31 instituições de ensino superior entre as cem melhores do ranking divulgado nesta terça-feira (4) pela QS (Quacquarelli Symonds), do Reino Unido.

Este é o primeiro ranking que reúne apenas as universidades latino-americanas elaborado pela QS, uma organização internacional de pesquisa educacional que avalia o desempenho de instituições de ensino médio, superior e pós-graduação.

A USP lidera com 100 pontos, a pontuação máxima. Em segundo lugar está a Pontificia Universidade Católica do Chile (99,6 pontos). Outra universidade brasileira, a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) está em terceiro (94,7). A Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) aparece em 10º lugar, e a Universidade de Brasília (UnB) em 11º.

Nas cem primeiras do ranking aparecem 31 universidades do Brasil. Em seguida estão Argentina (19), México (15), Chile (14), Colômbia (8), Venezuela (4), Peru (3), Costa Rica, Cuba, Porto Rico, Equador e Uruguai (1).

Uma nova metodologia foi desenvolvida após uma extensa consulta com as universidades da região e com o Conselho Académico Consultivo internacional da QS. O ranking utiliza sete indicadores distintos: reputação acadêmica (30%), reputação de empregabilidade (20%), estudantes da faculdade (10%), profissionais com doutorado (10%), artigos publicados (10%), citações por artigo (10%) e impacto na internet (10%).

Impulsionado pelo aumento do investimento público em educação, o Brasil emplacou 65 universidades entre as 200 primeiras da lista, quase o dobro do México (35) e muito mais do que Argentina e Chile (25 cada).

Segundo os autores do estudo, as universidades brasileiras adquiriram oito dos dez primeiros lugares em produtividade de pesquisa e tiveram a maior proporção de acadêmicos com doutorado.

Eles destacaram, ainda, que o número de matrículas universitárias triplicou nos últimos 10 anos no Brasil.

“A economia brasileira já é a sétima do mundo e a Goldman Sachs previu que superará as de Canadá, Itália, França, Reino Unido e Alemanha nos próximos 20 anos”, disse Ben Sowter, chefe de pesquisas do ranking QS.

“Enquanto muitos governos de países desenvolvidos cortam os gastos em universidades, os Bric (Brasil, Rússia, Índia e China) estão investindo grandes quantias de dinheiro na construção de universidades de nível internacional”, avaliou o diretor da página TopUniversities.com, Danny Birne, para quem o denominador comum é que todos consideram a educação um “elemento chave” para seu desenvolvimento.

“Uma educação superior de nível mundial será central para seu desenvolvimento e o novo ranking QS mostra que os investimentos do Brasil já estão começando a colher frutos”, acrescentou, em um comunicado.

A classificação é liderada pela Universidade de São Paulo, seguida da Pontifícia Universidade Católica do Chile, em segundo lugar, e da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), em terceiro.

Com relação a outros países, a primeira instituição de ensino mexicana, a Universidade Nacional Autônoma do México (Unam), apareceu em quinto lugar; em sexto está a primeira de 21 instituições colombianas, a Universidade dos Andes; e a primera da Argentina, a Universidade de Buenos Aires, em oitavo.

Nesta primeira edição do ranking regional, o QS se baseou em critérios específicos da América Latina, como a proporção de professores com doutorado, a produtividade de pesquisas per capita e a presença na internet, assim como pesquisas existentes.

Os pesquisadores, no entanto, se questionam se o Brasil poderá chegar a ser a próxima superpotência universitária.

No mais recente ranking QS das melhores universidades do mundo 2011, liderado pela primeira vez pela Universidade de Cambridge, no Reino Unido, a USP só alcançou o 169º lugar, sendo a única instituição de ensino latino-americana entre as 200 melhores do mundo.

Segundo a QS, em um contexto de rápida expansão e participação nos rankings e investimentos na investigação e inovação, este novo ranking permite discutir o desenvolvimento do aumento da educação na região. “A América latina é relativamente excluída dos rankings internacionais, mas o investimento governamental e o crescimento econômicoindicam que se tornará cada vez mais um paritcipador na cena interrnacional nos próximos anos.”, diz Ben Sowter. “Este raking para a América Latina inclui uma metodologia feita sob medida para melhor representar as circunstâncias regionais.”

Fonte: g1.globo.com

Fail do Dia!-[Video]

Publicado: 10/08/2011 por __PiTy em Geral, Humor, Notícias, Videos
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kkkkkkkkkk

Penalti bem batido!!! – [Video] kkkkkk

Publicado: 18/07/2011 por ॐ MZ.. em Humor, Videos
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Depois do FAil do Brasil ontem, agora um video de um penalti bem batido! kkk


Sem alarde, uma empresa catarinense entrou na corrida pelo disputado mercado dos tablets, um aparelho que nem sequer completou dois anos e já mudou o perfil da indústria de tecnologia no país e no mundo. A Aiox do Brasil, do Grupo Sul Brasil, de Caçador, cidade de 70 mil habitantes no Meio-Oeste do Estado, deve lançar o tablet Braox em setembro deste ano. E promete entrar na briga para abocanhar 20% do mercado nacional do setor, segundo o presidente da empresa, Jovelci D. Gomes.

— Nessa área de tecnologia, a gente tem que começar pequeno, agir rápido e pensar grande — conta.

Fundada há três anos, mas no mercado há dois, a Aiox investiu US$ 100 milhões em desenvolvimento de novos produtos e na unidade fabril de equipamentos de tecnologia com recursos da holding Sul Brasil — fábrica de móveis, acessórios, puxadores, plástico injetado e produtos médico-hospitalares.

Entrou no mercado ao lançar os computadores All-in-One, um equipamento integrado, que reduz o consumo de energia, pesa um terço dos desktops comuns, ocupa menos espaço, utiliza apenas um cabo, tem gabinete integrado no monitor e teclado e mouse wireless, além de não aquecer e não produzir ruído.

Com preços competitivos, em dois anos, a empresa conquistou várias licitações e fornece aparelhos para as áreas de Educação e Saúde, tanto para o governo do Estado quanto para várias prefeituras catarinenses. Com a consolidação, a Aiox, agora, pretende buscar sua fatia de mercado na onda dos tablets.

— Temos isenção de impostos e já conseguimos o Processo Produtivo Básico (PPB), o que nos coloca em posição de vantagem sobre outras empresas para produzir um tablet nacional, com apenas 30% de componentes importados — explica Gomes.

Com ICMS de 0,65%, isenção de IPI, PIS e Cofins, o tablet Braox deve entrar no mercado ao preço ainda salgado de R$ 1,25 mil. O Braox, em fase de protótipo, terá tela de 10 polegadas, 2 GB de memória RAM, 64 GB de armazenamento, conexões 3G, Wi-Fi e Bluetooth, entradas USB, câmera frontal, slot para cartão de memória, pesa menos de 400 gramas e tem espessura de 10 milímetros. Roda Android, Windows e Linux e a bateria dura nove horas.

Por enquanto, a empresa tem duas linhas de produção e 230 funcionários. Mas a previsão otimista de Gomes é chegar a 30 linhas e 5 mil funcionários em cinco anos. Espaço, a indústria de Caçador tem. Contando-se o soprepiso, é uma unidade de 32 mil metros quadrados. Já conta com parcerias importantes, como a da Intel, para utilização de processadores da marca, e da Microsoft, para o sistema operacional Windows.

— O ministro de Ciências e Tecnologia (Aloizio Mercadante) conhece nossos produtos e gostou da ideia de termos o foco em gerar emprego. Utilizamos processadores, memória e a tela importados. O resto, até mesmo o ferramental, é produzido em Caçador.

Escolas públicas são o mercado mais cobiçado

Conforme Gomes, o Ministério da Educação e Cultura (MEC) está certificando os produtos Braox voltados para Educação. O alvo é pra lá de ambicioso: oferecer 30 milhões de dispositivos em escolas de todo o país. Não apenas tablets, mas também as carteiras integradas com computador e a sala de aula informatizada que a Aiox já implanta em prefeituras do Estado.

— Estamos abertos para novas parcerias com empresas de fora na produção dos tablets. A marca Braox é jovem, mas estamos entusiasmados com a perspectiva de nos tornarmos uma grande potência em 10 anos — aposta.

Em dois anos, a Aiox colocou 20 mil computadores Braox no mercado. Um número tímido diante das projeções de Gomes, que pretende produzir essa quantidade em apenas um mês. A competição com as grandes empresas não assusta o catarinense.

— Os gigantes não nos atrapalham, só nos incentivam. O que nos atrapalha são os clandestinos, com produtos pirateados. Temos tecnologia e competitividade para conquistar, pelo menos, 20% da fatia de mercado nacional dos tablets — diz.

A briga vai ser, no mínimo, acirrada. Depois do anúncio do governo federal, de que vai dar incentivos fiscais aos tablets produzidos no Brasil, 12 empresas já entraram com projetos na Secretaria de Política da Informática (Sepin) para produzir no país, de acordo com o ministro Mercadante.

Além da taiwanesa Foxconn, que anunciou investimentos de US$ 12 bilhões até 2014 em um complexo industrial para produzir o todo-poderoso iPad, provavelmente em Jundiaí, no interior de São Paulo, o grupo de concorrentes inclui ainda Positivo, Itautec, Semp Toshiba Informática, Motorola, Samsung, LG, MXT, Envision, Sanmina e Compalead.

A Samsung, a paranaense Positivo e a desconhecida mineira MXT foram as primeiras autorizadas, antes mesmo da publicação do PPB, que a catarinense já conquistou, e que reduz o IPI de 15% para 3%.

Apesar de toda essa disputa pelo mercado nacional, ainda não se sabe o tamanho que ele tem. No ano passado, foram vendidos apenas 100 mil tablets no Brasil, sendo que 64 mil foram da Apple. No mundo, a empresa da maçã está disparada na frente: 84% dos tablets vendidos em 2010 foram iPads, uma verdadeira febre mundial.

Para 2011, a expectativa inicial era de que seriam comercializados de 300 mil a 350 mil tablets no país. Com a política de isenção, no entanto, este número já subiu para 700 mil a 1 milhão de unidades. Mas o tamanho do mercado só será conhecido quando as aplicações dos tablets forem assimiladas. Por enquanto, o consumidor brasileiro ainda está descobrindo o equipamento.

http://www.clicrbs.com.br

Colaborador: TI Sergio Fabro

Para chegar a esses valores, o levantamento da Catho, realizado trimestralmente, consultou 158 mil profissionais de 48 ramos de atividade (entre eles TI), de mais de 19 mil empresas, em 3503 cidades de todo o Brasil.


olhardigital.uol.com.br

O Brasil foi o país que mais cresceu em número de usuários no Facebook no mês de maio, mostrou uma pesquisa do site de estatísticas SocialBakers.

Segundo o portal, mais de 1,9 milhões de internautas brasileiros se registraram no Facebook no último mês, um aumento de 11,37% em relação ao número alcançado pelo país em abril. Dos quase 700 milhões de usuários cadastrados na rede social no mundo, 19.041.140 são brasileiros.

A lista elaborada pelo SocialBakers levou em consideração o número absoluto de novos usuários cadastrados no Facebook em maio, e não a porcentagem de crescimento do site em cada país. O levantamento mostrou os números de 20 países na rede social.

Na pesquisa, a Indonésia apareceu em segundo lugar com 1.509.600 de usuários (crescimento de 4,15%). Na terceira posição está a Filipinas com 1.332.580 de novos cadastros, seguida pelo México, com 1.119.520 de novos usuários.

g1.globo.com

Baixa produtividade e alto custo de vida se somaram a velhos problemas, como sobrecarga tributária e infraestrutura ruim, e derrubaram a posição do Brasil no ranking global de competitividade. Em um ano, o Brasil perdeu seis posições e foi passado por México, Peru, Itália, Filipinas, Turquia e Emirados Árabes. É o quarto da América Latina, atrás também do Chile. O Brasil ocupa o 44º lugar entre 59 países.

Os EUA voltaram ao topo, junto com Hong Kong (em 2010, haviam perdido para Cingapura). O estudo foi feito pelo Instituto Internacional para o Desenvolvimento da Administração, da Suíça, em parceria no Brasil com a Fundação Dom Cabral. O Brasil se destacou na geração de empregos, saindo do 33º para o 9º lugar, e em investimento internacional (do 42º para o 19º).

“Mas os empregos são em setores de baixa agregação de valor. E os investimentos foram para fazer oferta ao mercado doméstico ou para ganhos financeiros”, disse Carlos Arruda, da Dom Cabral.

http://www.correio24horas.com.br

Eita Brasilll!