Posts com Tag ‘3D’

Sozinho no Espaço 3D

Publicado: 19/09/2012 por __PiTy em Humor, Videos
Tags:,

Planeta do Medo 3D Animação

Publicado: 12/08/2012 por __PiTy em Humor, Videos
Tags:, ,

Guerra Mundial 3D

Publicado: 09/08/2012 por __PiTy em Geral, Humor, Videos
Tags:,

Titanic SUPER 3D

Publicado: 10/04/2012 por ॐ MZ.. em Engenharia da Computação
Tags:, ,

Fonte: http://www.bacanaus.com/

Direto da GDC, São Francisco (EUA) — Aproveitando o início da Game Developers Conference, a Intel lançou a nova versão de seu kit de ferramentas de análise de performance chamado de Intel Graphics Performance Analyzers (GPA). Eu aproveitei pra conferir de perto.

O kit conta com algumas ferramentas que desenvolvedores podem ver em tempo real cada detalhe do consumo de recursos no processamento gráfico em 3D. A interface é bem intuitiva, simples e permite que o usuário apenas arraste e solte pra ver um novo indicador ou trocar por outro.

 

Uma coisa que me impressionou foi a possibilidade de fazer ajustes direto pela ferramenta e ver instantaneamente o resultado. Com alguns cliques dá pra desligar todas as texturas, transformar toda a tela em wireframes ou desabilitar pixel shading. Na hora, aparece um indicador indicando quanto de melhora foi feita.

Outro ponto que me impressionou foi a possibilidade de fazer ajustes em variáveis usadas pelo DirectX, ou nos shaders e visualizar a mudança na hora.

A grande novidade para esse ano foi a demonstração da ferramenta especial no Android. Por enquanto em fase de testes, em breve desenvolvedores vão ter todo o kit para ajustes e melhorias na produção de games em 3D. A versão de testes só roda em aparelhos com chip Atom fabricados pela própria Intel.

Ainda não há previsão de lançamento e não sabemos se vai funcionar em outras arquiteturas, o que é um problema, já que a maioria dos aparelhos hoje com Android vem com chip ARM.

Vale ressaltar que o kit de desenvolvimento da Apple já conta com ferramentas parecidas pra quem desenvolve para Mac ou iOS — vem tudo no pacote do XCode.

Fonte: http://tecnoblog.net

Sistema Anáglifo ou colourcode

Neste tipo de sistema, a mesma imagem é apresentada duas vezes, levemente desenquadradas entre elas, pelo eixo horizontal. Uma das imagens é mostrada a vermelho e a outra a ciano. Estas duas cores são filtradas por óculos especiais, com uma das lentes vermelha e outra lente ciano (anáglifos), permitindo que cada uma dessas imagens seja filtrada para cada olho, respectivamente. Assim a imagem vermelha é filtrada pela lente vermelha e transmitida a um dos olhos e a outra imagem azul é filtrada pela outra lente, azul, e transmitida ao outro olho. Depois disto, o cérebro cria a ilusão de tridimensionalidade, combinando as duas imagens. Poderão ainda ser usadas a cor âmbar e azul escuro (colourcode) em vez do vermelho e ciano (anáglifo).

Este sistema poder ser utilizado em televisões ou leitores de Dvd/Blu-ray e a fabricação dos óculos é muito barata. Além da aparência ridícula que ficamos com este tipo de óculos, os seus filtros deterioram a cor original das imagens e a visualização torna-se quase sempre desconfortável.

Este sistema, praticamente ultrapassado, excepto na indústria da impressão, foi usado nos primeiros Dvds e Blu-ray 3D e em algumas emissões de televisão

Sistema Polarizador

No sistema polarizador, as duas imagens são transmitidas ao mesmo tempo. São filtradas e polarizadas cada uma numa única direcção, ou seja, uma com polarização vertical e outra com polarização horizontal. O tipo de óculos usado para filtrar estas polarizações, tem também que estar dotado deste tipo de filtros polarizadores, para conseguir produzir o efeito desejado. Uma das lentes mostra somente uma das imagens e a segunda lente a outra imagem.

O sistema polarizador é o utilizado nos cinemas e os óculos utilizados não são prejudiciais para a saúde, mas têm o inconveniente de reduzir o brilho e qualidade das imagens. Se quisermos este tipo de sistema para as nossas casas necessitamos de uma televisão ou projector 3D polarizados, além de que é necessário estar frente a frente às imagens projectadas para conseguirmos visualizar o efeito 3D.

Sistema Obturador Activo

As imagens neste tipo de sistema são gravadas separadamente para cada olho e têm uma maior qualidade (1920 por 1080 pixéis) comparativamente aos sistemas anteriores e a sua transmissão é realizada de uma forma alternada e a grande velocidade. Os óculos utilizados são mais dispendiosos e requerem o uso de pilhas para alimentar os pequenos ecrãs LCD contidos em cada lente, que funcionam como um obturador de uma máquina fotográfica, ou seja, bloqueiam de uma forma rápida e alternada as imagens para o olho esquerdo e direito e em sincronia com as imagens transmitidas, para assegurar que cada olho recebe as imagens certas e à sequência certa.

No sistema obturador activo as imagens têm sempre uma resolução completa e os óculos, graças aos obturadores incorporados, detectam mudanças entre as duas e as três dimensões e fazem o ajuste automático das imagens. Além de ser necessária uma largura de banda mais elevada para a transmissão destas imagens de alta qualidade, é necessário ainda ecrãs e dispositivos transmissores com uma grande taxa de qualidade e de refrescamento de imagens. Apesar disto, é o sistema mais defendido no mundo da tecnologia, numa relação preço/qualidade

Sistema Lenticular

No sistema lenticular, também chamado de sistema auto-estereoscópico, é usada uma folha de lentes cilíndricas, ou lentículas, que é acoplada ao ecrã LCD. Com estas lentes, a luz é reflectida em ângulos específicos, gerando assim imagens distintas para cada olho. É um sistema mais complexo, daí a maior dificuldade em implementa-lo no mercado, contudo, tem a grande vantagem das imagens serem nítidas, já que dispensa o uso de óculos.

A longo prazo, este sistema é muito promissor mas de momento é um sistema muito caro de implementar. Não funciona por exemplo com projectores, já que a resolução que teria que ser usada seria muito alta, originando um ecrã de custos muitos elevados. A Philips e a Fuji estão já a implementar este sistema em máquinas fotográficas, por exemplo, mas cautelosamente, dada a pouca viabilidade no mercado neste momento.

http://www.tecnologiadoglobo.com


Nó na luz
Em 2010, causou sensação um estudo no qual cientistas demonstraram que é possível dar nós na luz.
Agora, dois pesquisadores da Universidade de Nova Iorque, nos Estados Unidos, foram além, e demonstraram que a luz pode ser enrolada e trançada para formar armadilhas capazes de capturar e movimentar objetos microscópicos.
Ao contrário das tradicionais pinças ópticas, que são usadas para manipular partículas sobre superfícies, as novas “armadilhas ópticas holográficas” conseguem manipular objetos flutuando livremente, em 3D.
Além de criar uma ferramenta de múltiplos usos para pesquisas químicas e biológicas, sobretudo no desenvolvimento de novos medicamentos, os cientistas afirmam que sua forma especial de dar nós na luz poderá ser usada na geração de energia por fusão nuclear.

Armadilhas ópticas holográficas
Ao contrário de um feixe de laser comum, que foca um ponto, os feixes holográficos manipulam a luz para formar padrões brilhantes difusos, parecidos com aqueles que se pode ver no fundo de uma piscina, que apresentam variações de brilho em seu contorno, em vez do brilho homogêneo do foco do laser.
David Grier e Elisabeth Shanblatt usaram uma tela de cristal líquido modificada para “imprimir” um padrão preciso de alterações de fase sobre as ondas de luz. Quando passam por uma lente, em vez de se dirigem a um foco único, as ondas formam curvas 3D que cruzam sobre si mesmas para formar um nó.
Isto é possível porque, como fazem parte de um holograma, essas curvas de luz retêm uma estrutura 3D, o que permite que elas sejam cruzadas para formarem nós.

Campos de força
As variações na intensidade no nó de luz produzem forças que empurram pequenos objetos em direção às regiões mais brilhantes.
Isto permite que essas armadilhas ópticas holográficas sejam usadas para confinar e manipular tais pequenos objetos – de alguns poucos nanômetros até vários micrômetros – nos eixos x, y e z.
Ou seja, em termos práticos, os hologramas em nó são campos de força que podem ser precisamente controlados.
Isto pode ser útil tanto para movimentar células biológicas no interior dos minúsculos canais de um biochip, quanto para mover partículas suspensas por campos magnéticos.
Mas pode ser usado também para criar fluxos de partículas eletricamente carregadas no interior de plasmas de alta temperatura – um objetivo longamente sonhado pelos físicos que tentam controlar a fusão atômica para geração de energia.

Como a fusão atômica funciona
Os reatores de fusão deverão funcionar disparando núcleos atômicos leves uns contra os outros em velocidades tão grandes que esses núcleos se fundirão para formar elementos químicos mais pesados.
Nesse processo, uma quantidade enorme de energia é liberada na forma de nêutrons quentes.
A melhor forma para fazer isso, explica Grier, é aquecer os átomos leves até uma temperatura alta o suficiente para que sua energia cinética possa superar qualquer barreira à fusão durante as colisões aleatórias.
Nessas temperaturas, os elétrons dos átomos se ionizam, formando um plasma, o chamado quarto estado da matéria. Esse plasma pode ser ainda mais aquecido fazendo com que correntes elétricas muito fortes o atravessem.

É possível manipular essas correntes com campos magnéticos para conter o plasma quente, continua Grier, impedindo que ele destrua seu invólucro físico.
O problema é que essas correntes fluindo através do plasma se tornam instáveis, fazendo com que a temperatura caia e impedindo a geração de uma quantidade útil de energia.
“Se as correntes no plasma forem trançadas na forma de um nó, o nó pode eliminar, senão todas, a maioria dessas instabilidades porque as linhas do campo magnético geradas pela corrente amarrada não vão cruzar umas com as outras,” defende Grier.
Para provar que isso é viável, será necessário projetar um campo de força óptico devidamente amarrado em um plasma e verificar se esse campo consegue dirigir os elétrons em seu interior.
Fonte: http://www.inovacaotecnologica.com.br

Preço de óculos será vital para popularização do 3D, segundo especialistas.

Depois do maior sucesso de bilheteria da história do cinema, Avatar, de James Cameron, as companhias de tecnologia têm investido pesado no desenvolvimento e na produção de equipamentos que gravem e que reproduzam em três dimensões. Nesse cenário, a televisão deve ser o principal mercado do 3D, caso a tendência de crescimento se confirme. Apesar das “ondas” de 3D do passado, a indústria não teme os investimentos que está fazendo e acredita que, desta vez, a tecnologia vá “estourar”.

De acordo com Carlos Paschoal, gerente de Digital Image da Sony, a empresa, que atua tanto no segmento de televisões, de câmeras e em produções cinematográficas, vê este mercado tridimensional como bastante importante, visto que quanto mais câmeras que gravam em 3D forem vendidas, maior deve ser o consumo das televisões que permitem esse tipo de imagem. Somente no Brasil, a Sony teria feito, segundo Paschoal, um investimento de aproximadamente R$ 10 milhões em produção e desenvolvimento dessa tecnologia, sendo que a renda chega a 10% do faturamento total.

A Sony, ainda conforme Paschoal, estima que o mercado brasileiro tenha consumido 200 mil câmeras digitais 3D no ano passado. Para este ano, a empresa prevê que o mercado brasileiro atinja a marca de 700 mil câmeras digitais.
Já a Samsung Brasil prevê que em 2011 50% das televisões vendidas pela empresa sejam 3D. Para o ano que vem, a expectativa é ainda mais otimista: na opinião do gerente-sênior de TV da Samsung Brasil, Rafael Cintra, todas as televisões vendidas em 2012 serão 3D. Hoje, o segmento já representa 15% do faturamento total no Brasil, segundo o executivo.

No mundo, segundo um levantamento da ABI Research, consultoria internacional do mercado tecnológico industrial, o número de televisões 3D vendidas deve chegar a mais de 50 milhões até 2015. Em 2010, já chegou perto dos 10 milhões. “O mercado está crescendo mais rápido do que se esperava. Existia ceticismo forte por conta da disponibilidade muito ágil dos produtos”, avaliou Michael Inouye, analista do mercado 3D na ABI.
Apesar dessas boas notícias, o sucesso da tecnologia depende de diversos fatores. De acordo com Inouye, os principais itens para a popularização são a diminuição do custo e o aumento da produção de conteúdo. “Os consumidores estão mais conscientes do que se pensa. Mesmo que o preço melhores, as vendas não aumentarão sem produção de conteúdo suficiente”, analisa. Um fator importante para a diminuição do custo é a recuperação das economias da Europa e dos Estados Unidos, onde o acesso a produtos industrializados é mais fácil.

Outro problema apontado é a questão dos acessórios. As televisões 3D necessitam de óculos para visualização e normalmente só vêm dois pares de óculos ou três, em alguns casos. Caso o consumidor precise de mais óculos terá de pagar cerca de US$ 30 por unidade. Para Inouye, se a indústria conseguir diminuir significativamente o valor dos óculos ou até conseguir dar o acessório em maior número, será quase certeza da prosperidade dos novos produtos.
Produzir filmes e outros produtos em 3D ainda é considerado caro, mas o custo deve diminuir com o aumento da produção de conteúdo. Já há empresas especializadas na modalidade, como a Digital Entertainment Group, que produz somente filmes em três dimensões. “Estamos cheios de desafios para vencer, mas a visão é muito otimista para os próximos anos”, conclui Inouye.

Fonte: Terra