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Office 15 traz integração com nuvem e comandos sensíveis ao toque

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Steve Ballmer, CEO da Microsoft, apresentou nesta segunda-feira, na Califórnia, uma prévia da nova versão do pacote de ferramentas Office. O produto, apelidado Office 15, traz como recursos principais a integração completa com os serviços de nuvem da empresa (Skydrive e Office 365), além de comandos sensíveis ao toque, o que aumenta sua compatibilidade com o sistema operacional Windows 8, ainda em desenvolvimento.
Estamos dando passos audaciosos na Microsoft. O novo e moderno Office vai entregar produtividade e flexibilidade sem paralelos, tanto para consumidores, como para clientes corporativos. É um serviço em nuvem que vai brilhar totalmente quando usado com o Windows 8″, disse Ballmer.
Para auxiliar a produção de projetos em grupo, a empresa incluiu no pacote o serviço Yammer – que funciona como uma rede social fechada para o ambiente corporativo. Já a comunicação entre usuários será feita através do sistema de comunicação de voz sobre IP, o Skype.
De acordo com a Microsoft, os usuários poderão adquirir o pacote completo, que conta com os programas Word, Excel, Power Point, OneNote e Outlook, ou utilizar um sistema de assinaturas relacionadas aos serviços em nuvem da empresa. As informações sobre os planos e valores do produto serão reveladas até o fim de outubro

Aqueles que quiserem experimentar a versão de testes do produto podem baixá-la diretamente no site da empresa
office.com/preview.

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Game terá foco em combates realistas entre soldados de elite.

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A Electronic Arts e a Danger Close anunciaram na semana passada Medal of Honor: Warfighter para PC, PlayStation 3 e Xbox 360. Dando continuidade ao anúncio, as empresas liberaram novos detalhes para o vindouro título, que agora contará com modo cooperativo e um modo de morte com apenas um tiro.
De acordo com o site CVG, que tirou informações do OXM US, o foco do game é inteiramente na realidade dos combates de soldados de elite. Medal of Honor: Warfighter usará a conhecida engine Frostbite 2.0 — a mesma de Battlefield 3 — o que acarretará em uma melhora significativa no visual e em toda a parte gráfica.
O game ainda contará com o retorno de Preacher, Voodoo, Mother e outros personagens principais da série. O game foi escrito em conjunto a oficiais de verdade, depois de missões reais. Apesar disso, a Danger Close salienta que Warfighter preza pela maior “autenticidade” e não pretende fazer um simulador. Ou seja, sua energia ainda será recarregada sozinha.

Os fãs podem esperar um modo hardcore de morte com apenas um tiro, além de algum tipo de jogabilidade em formato cooperativo, possivelmente online e não para toda a campanha. Medal of Honor: Warfighter deve chegar às prateleiras das lojas de todo o mundo no final deste ano.

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Novos dispositivos já foram disponibilizados para parceiros estratégicos, e devem começar a ser produzidos em larga escala até o fim do ano.

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Embora o padrão DDR4 ainda não tenha recebido uma especificação oficial da indústria, a Micron está se adiantando em relação aos seus concorrentes. A empresa anunciou na última segunda-feira (7 de maio) que já iniciou a produção de módulos de memória DRAM DDR4, que já foram disponibilizadas para “parceiros estratégicos”.

A expectativa da empresa é que a produção em larga escala dos dispositivos seja iniciada no último trimestre de 2012. Os componentes fabricados pela companhia são baseados em uma tecnologia de 30 nanômetros, o que deve oferecer uma velocidade inicial de 2400 MT/s, valor que em pouco tempo deve subir para 3200 MT/s.
A JEDEC, órgão da indústria de memórias em estado sólido ainda não definiu qual o padrão que deve ser seguido pelas fabricantes nas memórias DDR4. Segundo Brian Shirley, vice-presidente da divisão de soluções DRAM da Micron, uma definição “está próxima de ser realizada”, e a companhia está confiante de que pode adequar rapidamente sua linha de produção à padronização final

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O Instagram aplica filtros em fotografias e virou sucesso nas redes sociais

O Facebook anunciou a compra do Instagram por volta de 14h desta segunda-feira, horário e Brasília. A notícia foi dada pelo próprio perfil de Mark Zuckerberg no Facebook e depois compartilhada pelo blog do aplicativo.
Segundo o site Mashable, a compra foi o resultado de um acordo de US$ 1 bilhão, combinados em dinheiro e ações, que deve ser finalizada ao final deste trimestre. Ainda segundo o site, a equipe do Instagram irá se mudar para o Facebook.
No post do Facebook, Zuckerberg afirmou que não se tratará de uma integração com o Facebook. O objetivo é fortalecer o aplicativo e fazer o Instagram evoluir de forma independente, em vez “de simplesmente tentar integrá-lo a tudo que existe dentro Facebook”.
“É importante dizer que o Instagram não vai mudar. Nós vamos trabalhar com o Facebook para evoluir o Instagram e construir a rede. Nós vamos continuar a adicionar novas funções ao produtor e encontrar novas maneiras de criar uma experiência melhor com fotos

terra.com.br

Pessoas ligadas a Kim Dotcom fizeram cópia de todo conteúdo do site. Empresa brasileira deve garantir o pleno funcionamento da página e downloads mais rápidos.

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Toda a polêmica em torno da ilegalidade do Megaupload vai acabar em pizza. O site de compartilhamento deve voltar a funcionar amanhã com um domínio semelhante ao antigo, mas com novas políticas para evitar problemas judiciais. A screenshot acima revela o visual da página.
Segundo relato dos cofundadores do site, todo o conteúdo do Megaupload tinha uma cópia oculta em um servidor alternativo. A ideia da nova página é oferecer esses arquivos sem o sistema de contas premium, evitando alegações quanto ao lucro com material de terceiros.O funcionamento dos servidores e o pagamento da manutenção da página devem ser garantidos por publicidade. Um fato curioso é que os responsáveis pelo novo Megaupload afirmaram que vão hospedar a página no Brasil.

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Não há informações que definam o porquê dessa decisão, tampouco existem detalhes sobre a empresa que armazenará os 25 petabytes de arquivos. A mudança de servidor deve garantir uma melhora significativa na velocidade das transferências. Para a alegria de todos, o Megaupload volta ao ar amanhã!

Para nossa Alegriaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!!
[Pegadinha 1 de Abril]

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Novo sistema conhecido como BitTorrent Live promete revolucionar a maneira com que o streaming de mídia é feito na internet.

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Os últimos problemas relacionados à pirataria e censura na internet fizeram com que muitos sistemas de distribuição de conteúdo ficassem com um pé atrás em relação aos serviços. Mas Bram Cohen, inventor do BitTorrent, está seguindo o caminho contrário, ao implementar uma nova função ao sistema, o BitTorrent Live.
Atualmente, os serviços de streaming de vídeo se baseiam em servidores com uma grande capacidade de envio de dados, para que milhares de pessoas possam acompanhar a transmissão ao mesmo tempo. Contudo, isso gera um grande custo, o que faz com que serviços como o Ustream e o Livestream precisem cobrar certas taxas dos seus usuários.
Com o BitTorrent Live, essa distribuição pode ser mudada para melhor. A ideia se baseia em alterar o modelo atual de envio, a partir de uma única fonte, para uma versão na qual os próprios usuários enviem o conteúdo entre si. Resumidamente, é, em essência, muito parecido com a própria maneira que o BitTorrent utiliza para compartilhar arquivos.

Revolução na maneira de compartilhar mídias

Isso oferece novas oportunidades aos pequenos criadores de conteúdo, que serão capazes de enviar suas transmissões para um número muito maior de pessoas, sem a necessidade de grandes investimentos.
Em entrevista concedida ao TechCrunch, Bram Cohen ainda afirma que o objetivo dele com o novo sistema é único, embora bastante ganancioso: “Eu quero acabar com a televisão”. O BitTorrent Live será gratuito para quem quiser divulgar conteúdo, sendo que uma pequena taxa será cobrada daqueles que quiserem mostrar propagandas durante a transmissão.

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A Sony possui o PlayStation, que já está com várias versões no mercado. A Microsoft tem o Xbox. Apple e Samsung estão consolidadas com iPhone e Galaxy S, respectivamente. Mas nem todos os gadgets possuem a mesma “sorte” que os aparelhos citados acima. Pois é, a tecnologia está repleta de dispositivos que acabaram abandonados antes de chegarem ao mercado.
Momento errado de entrar no mercado, componentes fracos e estratégias ruins são apenas alguns dos motivos mais frequentes para que isso aconteça. Reunimos neste artigo alguns dos principais casos que podem ser lembrados para ilustrar o que estamos falando. Será que você conhece alguns deles?

1. HP Slate

Quando falamos da relação entre HP e tablets, não é apenas o HP Touchpad que precisa ser lembrado como um fracasso. Em 2010, Steve Ballmer (CEO da Microsoft) anunciou que a desenvolvedora do Windows estaria firmando uma parceria com a Hewlett-Packard para a produção do HP Slate, que seria equipado com o Windows 7 e alguns recursos de hardware satisfatórios.

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O problema é que o sistema operacional da Microsoft não tinha sido projetado para ser utilizado em tablets – até porque, naquele momento, os tablets não eram nada perto do que representam hoje. Conforme constatamos em um computador Touchsmart em 2010, utilizar o Windows 7 em uma plataforma touchscreen era sofrível. O projeto foi abandonado e nunca mais se falou sobre ele.

2. Microsoft Courier

Mais uma parceria entre Microsoft e tablets. Mais uma que não deu certo. Em 2010, vários rumores começaram a circular sobre os primeiros portáteis touchscreen a serem produzidos com o sistema operacional Android, que naquele momento era restrito aos smartphones. Para frear o avanço da Apple e da Google, a Microsoft começou a projetar o Courier, que teria duas telas e seria comandado por uma stylus de alta precisão.

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No mesmo ano, Bill Gates afirmou que havia dois grupos na Microsoft que estariam trabalhando arduamente para projetar um tablet de qualidade e que pudesse competir com os que já estavam no mercado. Mas quando ouviu que os planos envolviam o Courier, ele teve uma “reação alérgica”, conforme disseram algumas fontes da CNET.

O problema principal para Gates (que já não era mais o CEO) estava na total inadequação do Microsoft Courier ao ecossistema da empresa. E foi por isso que ele ordenou que os projetos fossem abandonados.

3. Panasonic Jungle

O que esperar de um conceito apresentado por uma empresa gigante? Geralmente esperamos algo grandioso, mas quando as imagens conceituais revelam uma captura de tela colada (de maneira não muito convincente) em um aparelho, podemos dizer que é melhor torcer para que ele não se torne realidade.

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A ideia do Panasonic Jungle era realmente boa. Uma nova plataforma portátil para quem quisesse jogar seus games favoritos. O dispositivo contava ainda com um teclado QWERTY e vários outros recursos atrativos (como saídas HDMI e caixas de som). Mas nunca foi revelado se os jogos seriam executados no Windows ou em um sistema próprio. Foi abandonado depois da rejeição do público.

4. Palm Foleo

Estamos em 2012 e os aparelhos híbridos surgem a todo momento. Mas para que isso pudesse acontecer, foi preciso que um pioneiro se sacrificasse em 2007. E o nome dele é Palm Foleo, um dispositivo muito maior do que um smartphone, mas que não chegava perto das dimensões de um notebook. Seria muito parecido com os primeiros netbooks do mercado, mas nunca conheceu as prateleiras.

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Com o sistema operacional Linux, suporte para Wi-Fi e Bluetooth, dificilmente o Palm Foleo seria rechaçado pelos consumidores, mas a Palm decidiu que não era hora de arriscar tanto. Por essa razão, o Palm Foleo entrou na nossa lista de aparelhos abandonados antes mesmo de serem produzidos.

5. Sega VR

Hoje, as três dimensões já são uma realidade para o entretenimento domiciliar – com restrições bem grandes por causa dos preços, mas é. Mas em 1991, um aparelho que permitisse a imersão das pessoas por meio de “realidade virtual” era muito mais do que inovador, era revolucionário.

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E foi exatamente isso que a Sega propôs com o Sega VR: um sistema de “realidade virtual” que utilizava óculos especiais para permitir que os jogadores tivessem uma experiência muito mais aprofundada com o video game Mega Drive.
O projeto foi abandonado em 1994 sem nunca ter sido colocado nas lojas. Há vários rumores que apontam para uma explicação bastante curiosa da Sega: a empresa teria deixado o sistema de lado porque “ele era tão fiel ao mundo exterior, que poderia machucar as pessoas que o confundissem com a realidade”.

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Testamos a nova versão do sistema operacional da Microsoft e trazemos os motivos que você deve considerar antes de pensar em uma transição.

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O lançamento de um novo sistema operacional, especialmente quando ele é produzido pela Microsoft, sempre traz uma grande dose de polêmica. Afinal, a sensação que fica é a de que o ambiente a que estamos acostumados está desatualizado e nunca mais vai receber novidades realmente interessantes.
Hoje em dia, quem usa o Windows passa por um desses momentos. O lançamento oficial do Windows 8 Consumer Preview inicia a contagem regressiva para o fim da versão 7 da plataforma — sensação que nem a afirmação de que o antigo produto vai contar com suporte oficial até 2020 ajuda a eliminar.
Mas, afinal, vale a pena aceitar desde já que a mudança é inevitável e abraçar de vez a novidade ou uma decisão do tipo ainda não é recomendada? Passamos um tempo com a versão de testes do Windows 8 e, neste artigo, apresentamos os motivos que devem ser considerados antes de migrar para a nova plataforma.

Mudança de paradigma

Por mais que a ideia seja estranha, uma pessoa acostumada ao Windows 7 que fosse forçada a usar a versão 95 não teria muitos problemas em se adaptar ao sistema operacional. Mesmo que certas opções funcionassem de forma diferente e alguns recursos nem sequer existissem, o fato de ambos os produtos compartilharem a mesma estrutura básica não tornaria muito complicado o processo de adaptação
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A mesma situação não acontece quando se compara qualquer produto da Microsoft com o Windows 8. A interface Metro representa uma mudança radical de direção, deixando de lado muitos elementos consagrados, como as barra de título, janelas com tamanho configurável e até mesmo o tradicional botão Iniciar.
A estranheza inicial ao software é inevitável, mesmo para quem domina as funções consideradas complexas de todos os produtos já lançados pela companhia. Não precisar fechar nenhum aplicativo e depender das bordas da tela para trocar entre tarefas exige certa adaptação, especialmente de quem está acostumado a usar a combinação mouse e teclado.

Um sistema dentro do outro

Algo que fica claro no Windows 8 é que a Microsoft estava ciente de que o novo produto ia provocar choque entre os consumidores. Até por isso, a empresa garantiu que todo o Windows 7 estava dentro do SO, com direito a algumas melhorias de interface e aprimoramento de funcionalidades.

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Essa situação não é exatamente nova, já que a empresa faz exatamente a mesma coisa desde que o sucessor de seu primeiro sistema operacional chegou ao mercado. Como cada novo software é construído tomando como base o que foi feito antes, a retrocompatibilidade de dispositivos e aplicativos é garantida — situação que ajuda muitos consumidores a decidir por uma atualização.
O problema que fica claro com a versão Consumer Preview é que há muita disparidade entre o novo método de usar o Windows e o antigo. A interface Metro é muito diferente da anterior, e há certa sensação de desconforto quando uma mudança de ambiente é necessária.
Especialmente quando se usa o sistema operacional em um PC convencional, mudar entre o visual reformulado e o antigo desktop não só é uma tarefa estranha que se torna ainda pior por ser extremamente necessária. O fato de que os elementos antigos não se encaixam da maneira mais adequada no ambiente atualizado só deixa ainda mais forte a impressão de que o SO antigo simplesmente foi “encaixado” dentro do novo para evitar reclamações.

Foco nos tablets

O principal problema do Windows 8, especialmente para quem usa um computador convencional, é seu foco em sistemas baseados no toque. Embora a plataforma se adapte sem problemas a um tablet, o produto não atinge todo o seu potencial quando é preciso usar mouse e teclado, mesmo com os ajustes feitos pela Micro

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Esse é o principal obstáculo que a empresa terá de superar para não ter um novo Windows Vista nas mãos. Usar a interface Metro através dos meios de interação convencionais não é exatamente um sofrimento, mas fica claro que essa não é a forma ideal de navegar pelo ambiente.
Embora a tendência seja que a maioria dos dispositivos do futuro se torne compatível com a tecnologia touchscreen, isso ainda está longe de se tornar uma regra. Isso faz com que a companhia corra um sério risco, especialmente caso sua empreitada no mundo dos tablets não seja forte o bastante para afetar o reinado da Apple e seu iPad.

Uma troca é indispensável?

Devido aos motivos apresentados, é fácil chegar à conclusão de que, embora o Windows 8 seja um sistema competente, um upgrade está longe de ser necessário. Particularmente para quem usa desktops, o sistema operacional sofre de certa “esquizofrenia” causada pela separação entre interface Metro e a função Desktop.

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A não ser que a Microsoft realize alterações substanciais na forma como essa mudança constante entre ambientes é realizada, dificilmente o produto conquistará nos computadores tradicionais o mesmo sucesso obtido pelo Windows 7. Nos tablets e dispositivos portáteis, a história parece que vai ser diferente — porém, não se pode subestimar o grande desafio que a Apple vai representar no segmento.
A melhor forma de decidir se a troca vale a pena ou não é instalar a versão Consumer Preview, de preferência em dual boot, e testar por si próprio a novidade. Ou esperar pelo lançamento final e conferir se a Microsoft preparou alguma grande surpresa capaz de tornar mais fácil o trabalho de quem ainda depende da combinação mouse e teclado.

Fóssil de 505 milhões de anos trás várias evidências.

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Os cientistas estão sempre trabalhando para conseguir finalmente apontar quais são as origens primárias da raça humana. E entre um estudo e outro, sempre há muita controvérsia sobre os resultados e descobertas.
Pois alguns estudos recentes indicam que as décadas de debates nesse sentido podem chegar ao final. Isso porque um time de pesquisadores descobriu evidências de que podemos ser descendentes de um verme com mais de 505 milhões de anos: o Pikaia gracilens.
O espécime é o mais primitivo membro da família dos cordados (anfíbios, peixes, aves, mamíferos e répteis) conhecido. Estes são os tipos mais primários de animais e todos os seus membros contam com uma espécie de espinha dorsal.
Encontrado pela primeira vez há cerca de 100 anos atrás, ele tinha cerca de cinco centímetros de comprimento e ninguém imaginava que o fóssil deste verme poderia ter tanta importância.
Segundo os estudos, o Pikaia gracilens conta com várias características que os ligam à nós e, entre as mais importantes estão uma espécie de notocorda, uma estrutura que se faria parte da coluna vertebral, além de tecidos musculares que seriam vascularizados chamados de miômeros.
O chefe dos estudos, Simon Conway Morris, da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, acredita que estas evidências são provas irrefutáveis de que nós somos descendentes do verme

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