Criado um leitor de código de barras para zebras

Publicado: 20/04/2011 por Eluan em Engenharias, Geral
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O sistema “fatia” o desenho da zebra em partes claras escuras e, a seguir, altera as cores para tornar as partes claras totalmente brancas e as partes escuras totalmente
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Código de listras

Você já se deu conta de que as listras de uma zebra se parecem com a versão biológica de um código de barras?

E, tal com as marcas encontradas em diversos animais, essas listras são como impressões digitais, permitindo a identificação precisa de cada indivíduo.

Como a identificação visual é muito difícil, pelo menos para os humanos, uma equipe de biólogos e programadores da Universidade de Chicago, nos Estados Unidos, desenvolveu agora um escâner capaz de ler o “código de listras” das zebras e identificar cada animal.

Lendo as listras das zebras

A identificação pode ser feita a partir de uma única fotografia. Tudo o que o usuário precisa fazer é usar o mouse para traçar um retângulo ao redor do animal desejado.

O sistema “fatia” o desenho da zebra em partes claras escuras e, a seguir, altera as cores para tornar as partes claras totalmente brancas e as partes escuras totalmente pretas.

Isto cria uma versão de baixa resolução das listras da zebra.

Cada banda é codificada como uma StringListra, uma sequência de blocos pretos e brancos com comprimentos específicos. Um conjunto de StringListras forma um CodigoListra, o equivalente da zebra a um código de barras.

Quando a zebra é inserida na base de dados, ela recebe seu próprio Código Listra individual, um número de identidade único.

Cada fotografia do mesmo animal gera um conjunto ligeiramente diferente de StringListras por causa da posição e das condições de iluminação, mas a relação entre partes brancas e partes pretas já convertidas pelo programa é praticamente a mesma, permitindo sua identificação.

Identificação de animais

O escâner de zebras não é o primeiro algoritmo desenvolvido para identificar animais na natureza – há sistemas de identificação para tartarugas, pinguins e rinocerontes.

Este novo sistema poderá ser usado para tigres, girafas, baleias e qualquer outro animal que possua grandes marcas de identificação com um pequeno número de cores.

O trabalho foi apresentado nesta semana durante a International Conference on Multimedia Retrieval, em Trento, na Itália.

Fonte: inovacaotecnologica.com.br

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